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16/03/2004 10:37
Mais um fim de semana vendo filmes e tentando descansar em casa (sem sucesso).
Vi “Plata Quemada”, um filme argentino belíssimo, apesar do roteiro fraco. Conta a história de 3 homens que entram num assalto a carro forte (com mais 3) e matam 2 policiais militares. Com isso, são perseguidos até o Uruguai, onde travam uma batalha com a polícia local. Enquanto isso, ficam presos num apartamento, até que seus documentos falsos para morar no Brasil não ficam prontos.


Nene, Corvo e Angel, personagens do filme. Um trio pra provar que a Argentina tem muito mais do que tango pra oferecer

O filme mostra o drama psicológico de cada um e como enfrentam a loucura. Os “gêmeos” Nene e Angle é o casal gay mais lindo que já vi. Um deles, lembrava o Mr Big.
Pesado em algumas partes e com uma fotografia suja, Plata Quemada foi considerado um dos melhores filmes argentinos (isso, meu irmão indie cinematográfico que me disse e depois, criticou o filme). Mas eu gostei e vale a pena assistir.


Amor a gente não explica, admira. No filme, a beleza do amor destes dois era algo fascinante

Fui ver no cinema “Sobre Meninos e Lobos”, um produzido, dirigido e com trilha sonora do Clint Eastwood. Cinema lotado e só tinha lugar ao lado de um casal. Olha, vou falar uma coisa: se eu tiver um namorado que me beije durante o trailer ou durante o filme, não dá! Poxa, quer ficar nos amassos? Vai ver um filme ruim! Eu acho um disperdício de tempo e grana, mas tudo bem.
Voltando ao filme: é muito bom. A trama, fotografia, personagens e alguns temas para discutir.


Tim Robbins, vencedor do Oscar de melhor ator coadjuvante pelo papel


Sean Penn, vencedor do Oscar de melhor ator, na cena com os policiais. Pesada, bem feita e triste.


Até onde vai a lei dos homens? Devemos voltar aos prim[[ordios, proteger a nossa família e “foda-se” o resto? Não sei, eu, no lugar do personagem do Sean Penn, não saberia o que fazer.

Fiquei pensando na dor de se perder um filho (e detalhe: não é qualquer filho, é aquela que com você, perdeu a mãe) e como lidar com esta situação. Mas a discussão final, da Laura Linney (Simplismente Amor, O Show de Truman) com o Sean Penn foi de matar.
Por favor, assistam, pra eu ter com quem conversar sobre o filme.

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As aulas recomeçaram e por incrível que pareça, dei uma leve animada. Resolvi pegar uns livros pra estudar, pra ver se volto a ter gosto pela faculdade.
Sempre tem uns ingênuos aqui no blog pensando que a imprensa ainda é muita coisa. Eu admiro pessoas que lêem Veja e acham que jornalismo é isso.
Se eu tenho algo a acrescentar?
Sim, claro. Todos têm.
Se eu quero isso?
Já não sei.

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No texto sairia algo mais ou menos assim:
“Mas eu já estou cansada de ter que ensiná-los que música ouvir, que filme locar, que camiseta comprar, estas coisas, sabe? Cadê os que já vêm pronto? Tá, tá, eu acho que a gente pode aprender muito com as pessoas e eu realmente gosto disso, mas esta coisa de música sertaneja e “American Pie” não dá pra engolir, dá?”

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Sabe do que ando com saudade na facul?
Da Patrícia Zanin.
Como comentei com a Eli estes dias, você conhece alguém PARECIDO com ela? Não precisa ser igual não, parecido já está bom.
Uma mulher daquela não se vê por aí. Deus a fez e com certeza, quebrou a forma e queimou a receita.

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Não fui ao churrasco dos calouros e soube que “economizei” 10 reais.
Skol só no começo do churrasco (o resto, foi regado à Conti ainda por cima QUENTE – ninguém merece), música ruim, “povo esquisito”, enfim, como diria o Mineiro “churrasco da Unopar já foi bom”.
Como de sempre, passei o sábado no ócio, vendo TV, conversando com o Rick e dando uma de motorista da casa.
Domingo, cineminha, açaí na tigela e casa.
Ei, Eric, foi legal conversar com vc pela cam! Claro que vc acabou vendo minhas manias enquanto estou na frente do compu, mas tudo bem.

Hoje, tem Terça Tilt. Você, que gosta de indie rock e de ver gente diferente, vá lá no Valentino, depois das 21h30. Dj Galão e cia.
enviada por Deni






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